quarta-feira, 11 de junho de 2014

Seleção brasileira chega a São Paulo para o jogo de abertura da Copa

Na noite de terça-feira (10), a seleção brasileira chegou a São Paulo para o jogo de abertura da Copa contra a Croácia, na quinta-feira, dia 12 .
Os jogadores chegaram ao hotel pouco depois das 23h, uma hora e 15 minutos depois do previsto. O motivo do atraso foi que a delegação enfrentou chuva e trânsito intenso no caminho entre Teresópolis e o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.
O avião trazendo a seleção pousou em Congonhas e os jogadores e a comissão técnica foram direto para o ônibus ainda na pista do aeroporto.
Um forte esquema de segurança foi montado para o deslocamento até o hotel. O ônibus da seleção foi escoltado por várias viaturas da polícia. Próximo ao hotel, muitas pessoas aguardavam a seleção tanto na calçada quanto nas sacadas com bandeiras e camisas para dar as boas vindas aos jogadores.
Apesar do frio e da garoa que caiu em São Paulo, foi uma recepção calorosa. Os jogadores da seleção terão a manhã inteira para descansar já que a programação da quarta-feira (11) prevê somente um treino às 16h15, na Arena Corinthians, palco da estreia contra a Croácia. A previsão é que a seleção deixe o hotel às 14h.
ÚLTIMO TREINO
No último treino, não era só a chuva pesada e insistente que caía na Granja Comary, em Teresópolis (RJ). O clima estava diferente dos dias anteriores.
Não havia sorrisos e o técnico Felipão foi consolado pelos jogadores. Ele havia acabado de receber a notícia da morte de um sobrinho. Tarcísio Schneider era filho de uma das irmãs do treinador e foi vítima de um acidente de carro em Passo Fundo, cidade natal de Scolari.
A dois dias da estreia na Copa do Mundo, o campo pesado foi palco de mais uma experiência. Durante o treino, Oscar foi substituído por Ramires, que é tímido, de voz retraída, nas entrevistas.
"Dependendo do que acontece no primeiro jogo dá tranquilidade maior para a competição”, afirma Ramires, meio de campo da seleção.
No microfone ao lado dele, igualmente desconfortável com a chuva de perguntas, estava Luis Gustavo. "Sou tranquilo. Não faço a mínima questão de ser conhecido ou de aparecer mais que os outros”, diz Luiz Gustavo, meio de campo da seleção.
Ficar escondido, aparecer menos do que os outros. Para eles, serve tanto para a personalidade quanto para o estilo de jogo. São os jogadores de meio-campo, não são as figurinhas carimbadas como David Luiz ou têm o nome gritado pela torcida como Neymar.
Ramires é incansável e Luiz Gustavo, um marcador implacável. Jogadores tímidos, daqueles que quando questionados, preferem responder com o pé.
"Eu tenho certeza que, se atingirmos o objetivo principal, de um jeito ou de outro vou ser lembrado”, acredita Luiz Gustavo.
“O que vai começar é o sonho de todos, da comissão, de todos que estão envolvidos. É o sonho, que está prestes a começar, e espero realizar o sonho de chegar na final e vencer”, espera Ramires.

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